Refletindo sobre um dos desafios de estabelecer um local com atendimentos terapêuticos, veio à tona, entre esses pensamentos, a preocupação em saber se eu conseguiria, de fato, ser útil nos meus atendimentos. Uma certa apreensão de não ser útil e o medo de errar.
Felipe
Ele é o direcionador, porque você vê vida em seu olhar.
Você vê que ele possui a direção, porque ele se disponibiliza para direcionar, e ele vibra essa essência.
Ele direciona porque sabe que pode nos ajudar, e ele em si, vibra isso.
Ele é vibração. Ele é direção, ele é o caminho.
Em cada ambiente — assim como em cada aspecto, ponto, cor, objeto e etc. — existirá um aspecto de consciência residente nele, que equilibra toda aquela região (não é limpar, mas acompanhar) pelo passar dos tempos.
O diálogo terapêutico tem a intenção de permitir que o que não pôde ser expresso no passado, seja com um parente, com um chefe ou com qualquer pessoa, possa agora ser colocado para fora, liberando o que antes estava preso e não pôde ser solto.
Vou lhes contar algo bastante emocionante, que uma vez aconteceu com um irmão de vocês, aí na Terra.
Este irmão, à procura de Deus, buscou em todos os locais, de todas as formas, encontrar o sentido da vida, e também, procurava pela Grande Força Universal, Criadora de Tudo à vossa volta, a qual vocês apelidam de Deus.
O texto que veremos a seguir discute como, historicamente, a dor sentida pelos bebês no nascimento foi negada ou minimizada por médicos e profissionais da saúde, com base em mitos sobre a imaturidade do cérebro infantil. Evidências científicas, no entanto, mostram que os bebês possuem estruturas neurológicas para sentir dor desde o início da gestação e são capazes de registrar essas experiências em sua memória.
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